
Por Cristina Marinho
Todo mundo já sabe que no mercado brasileiro, quase ninguém vai ganhar dinheiro sem conviver e fazer negócios com as Classes C e D.
O que ninguém parece saber é que as empresas que estavam acostumadas a considerar estas classes com as A e B mais pobres vão ter que mudar as suas estratégias. Classe C e D não é mais aquela que gostava dos produtos A e B em versão mais simples. Ou então, foi se o tempo que para criar produtos para as Classes C e D era só cortar custos que tudo era facilmente assimilado.
A verdade é: nos últimos 5 anos o poder de consumo destas classes aumentou muito e isto fez aumentar também as suas exigências.
Eu venho percebido isto há tempos e sinalizando para os clientes:

Como isto aconteceu?
Vejo algumas explicações para isto:
1) As mulheres desta classe estão estudando mais que seus pais. Elas estão se transformando em consumidoras mais informadas e portanto mais exigentes.O curso superior completo amplia as perspectivas desta consumidora, que passa a se dar ao luxo de uma melhor qualidade de vida.

2) O consumidor de Classe C e D vai querer tirar o atraso dos tempos de privações das coisas boas da vida. Ele passa a dar tanta importância para a qualidade quanto dava para a quantidade. Sabemos que o consumidor destas classes gosta de fartura, mas nada que comprometa a qualidade apenas para fazer volume.

3) Este consumidor continua querendo a inclusão. E nada é mais inclusório do que usar do bom e do melhor, sem necessidade de justificar que “aquele produto de 2ª linha, apesar de barato ou desconhecido também é de qualidade”. O produto sofisticado, ou de 1ª linha, fala por si só.

4) Se sofisticar em suas escolhas, para este consumidor significa evoluir. Este
consumidor tem pavor de voltar atrás aos tempos difíceis. Ele quer evoluir sempre.


O resultado de toda esta soma de fatores no comportamento do consumidor Classe C e D é: as empresas terão que sofisticar também suas ações, terão que evoluir na qualidade do visual dos produtos, das matérias-primas, dos serviços e da comunicação para este público.
Todos da cadeia serão obrigados a melhorar. Este consumidor exigirá bons e conhecidos produtos, lojas cheirosas e arrumadas, vitrines impactantes, e um atendimento de rei. Ele aprendeu a gostar de tudo isso e achar que mais ninguém do que ele merece.
Posso apostar que se sua empresa oferece produtos de qualidades e preços que variam do menor ao maior, são os de qualidade maior e preços justos que vendem mais, certo? E por muito tempo os mais vendidos eram os mais baratos, certo? E muitas vezes você se perguntou o porque disto. A explicação é que estas mudanças são o reflexo da nova postura do consumidor Classe C e D.
Quem começa a agir
As empresas que se envolvem profundamente com seus consumidores já agem diante deste novo comportamento para aproveitá-lo ao máximo.
Um exemplo, para qualquer empresa seguir, é a Unilever. Depois de 12 pesquisas diferentes com 500 pessoas no Brasil, descobriu mudanças e recriou o xampu Seda. Descobriu que os consumidores passaram a ficar mais exigentes, e tinham como nova aspiração usar xampus melhores e de preferência indicados pelos cabeleireiros.

O desafio era fazer o consumidor Classe C e D perceber como “chique” um produto que era considerado como popular. A Unilever mudou a embalagem, conseguiu a assinatura e aval de grandes hair designers e aumentou o preço para o consumidor perceber um produto melhor.
A ação foi tão bem sucedida que o novo Seda substituirá os antigos em mais de 100 países em que a Unilever atua com o produto.
Então, caro leitor, reflita:
O que fará com que o consumidor perceba o seu produto como mais sofisticado? Como sofisticar seu produto?
Se preferir não arriscar, contrate a N.Marinho para pesquisar profundamente seu consumidor, descobrir a resposta para a pergunta de reflexão e aproveitar este novo comportamento com muitas vendas para o consumidor de Classe C e D.
Conte com a gente!

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Tags: classe c e d, consumidor, marketing, unilever
Por Cristina Marinho

Philip Kotler que me perdoe (acho que até vai concordar comigo!), mas Paris é tão completa que eu me atrevo a nomeá-la o 5º P de Marketing!
O bom gosto reinando por toda a parte, o capricho nos detalhes, a simplicidade com muito valor, o inexplicável aconchego e principalmente com uma capacidade incrível de fazer tudo isto de forma silenciosa, sem alardes. Aí é que está o grande charme de Paris.
A verdade é que todos os donos de negócio deveriam incluir este “jeito-Paris-de-ser” em seus negócios.
Tudo é feito para que, seja quem for, ao entrar em uma loja, não resista em sair sem um pacotinho.






Sabe o tal VAREJO DE EXPERIÊNCIA?
Em Paris, isto é uma realidade. As lojas são cheirosas, os produtos expostos vistosamente, prateleiras impecavelmente arrumadas e o convite (e o melhor, com permissão!) a tocar em tudo.
Basta você ir à FAUCHON, o templo das sensações para conferir. Lá na FAUCHON tudo lhe surpreende e lhe seduz. Fui tomar um chá, e quando abro o sachê, ele era de tule, e não de papel como aos que estamos acostumados. Até o chá verde ficou saboroso assim…



A simplicidade chique de que lhes falei, eu presenciei na livraria Shakespeare and Company, muito conhecida dos parisienses, mas fora do circuito de turismo tradicional. Apenas os que querem estudar o varejo diferente vão visitá-la.
A livraria é um “caos organizado”. Suas paredes cobertas de livros, suportes empoeirados, livros de cabeça para baixo, lajotas antigas no piso, um cachorro simpático na frente e mais uma fonte dos desejos na frente.
A vontade é ficar o dia todo lá. E para completar a experiência e torná-la memorável na lembrança e na biblioteca de casa, a livraria carimba o livro que você comprou. Um luxo!

Um Varejo Displicente
Enfim em Paris, tudo parece muito natural. Aquilo que nos surpreende e nos tira suspiros, para os parisienses faz parte do dia-a-dia. Por isso, a cada canto, onde você menos espera, você encontra uma loja caprichosa (e estrategicamente) decorada, um café charmosamente decorado, uma graciosa galeria do século passado…



Paris, o outro P de Marketing deve servir de exemplo para todos nós!
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Tags: loja, paris, varejo, vitrina, vitrine, vitrinismo
Por Nelson Marinho
Conquistar o consumidor no ponto de venda tem que ser o objetivo das empresas que
desejam crescer e se tornarem sólidas e lucrativas!
Parte 2 Continuando as dicas:
1- Apresentação Externa:
É ela, a primeira impressão que o consumidor tem da sua loja. Ela provoca um forte impacto na imagem da sua loja.
É através dela que o consumidor sabe se sua loja é sofisticada, popular, conservadora, jovem, decadente ou de sucesso.







Estas fotos mostram algumas Apresentações Externas Plotadas.
Trata-se de uma prática que vem se aperfeiçoando e sendo usada com sucesso por muitas lojas.
A Plotagem aumenta a visibilidade, chama a atenção e pode ser mudada periodicamente.
Vale a pena tentar fazer algo assim na sua loja.
Aguarde, pois continuaremos com outros assuntos.
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Tags: artur ximenes, consumidor, cristina marinho, loja, lojista, marketing, merchandising, nelson marinho, nmarinho, ponto de venda, Trade marketing, varejo, vitrine, vitrinismo
Por Nelson Marinho
Conquistar o consumidor no ponto de venda tem que ser o objetivo das empresas que desejam crescer e se tornarem sólidas e lucrativas!
De 01 a 15 de setembro, eu, Nelson Marinho com minha esposa e sócia na N. Marinho Marketing, a Cristina Marinho, estivemos em Paris, Milão, Veneza e Londres e como sempre fazemos para os nossos clientes, amigos e leitores, trouxemos várias dicas que com certeza ajudarão a melhorar o desempenho de sua empresa ou seu trabalho ou mesmo, seus estudos.




Aproveite e se delicie com tantas informações, pois elas são inteiramente grátis!
Qualquer dúvida, entre no nosso site: WWW.nmarinho.com.br
ou passe um e-mail: nelson@nmarinho.com.br
ou fale direto comigo(Nelson Marinho): (47) 8807-4442.
Parte 1 Nossas dicas começam pela:
1- Apresentação Externa:
É ela, a primeira impressão que o consumidor tem da sua loja. Ela provoca um forte impacto na imagem da sua loja.
É através dela que o consumidor sabe se sua loja é sofisticada, popular, conservadora, jovem, decadente ou de sucesso.








Agora que você viu alguns excelentes exemplos de Apresentações Externas de lojas que causam impacto visual,
convido você a fazer uma análise na Apresentação Externa da sua loja e na dos concorrentes. Vamos lá, mexa-se!
Atravesse a rua e fique em frente a loja. Olhe para a Apresentação Externa e responda:
a)É uma Apresentação Externa impactante?
b)O que sentem as pessoas quando passam e olham para ela?
c)Quais são os pontos negativos e positivos dela?
Peça aos seus funcionários que façam também esta análise.
Analise criteriosamente as respostas deles e tire suas conclusões.
Ligue-me ou passe-me um e-mail relatando o que aconteceu.
Vamos lá, estarei esperando o seu contato.
Aguarde, pois continuaremos com outros assuntos.
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Tags: consumidor, lojas, lojista, marketing, merchandising, nelson marinho, nmarinho, ponto de venda, Trade marketing, varejo, vitrine, vitrinismo
Empresários: preparem-se!
Por Cristina Marinho
Não é a toa que a C&A usa o slogan “Tá na moda, tá na C&A” e agora “Tá na vitrine, ta na C&A”. E a promessa é cumprida. Não só na C&A, como nas outras lojas de departamento como Renner, Pernambucanas e Riachuelo.
Estas lojas estão verdadeiramente sintonizadas
com as tendências de moda que aparecem nas revistas e desfiles. Isto acaba deixando o consumidor das Classes C e D informados sobre o que é atual, só com uma circulada pelo shopping, sem precisar comprar as caras revistas de moda, acessíveis atualmente só para as classes A e B.
Só na última revista Estilo da Editora Abril de agosto, e com uma passeada pela Renner, C&A e Pernambucanas, encontrei 3 nítidos exemplos disto acontecendo.



E por que falei para os empresários se prepararem?
É porque se foi o tempo em que o consumidor das classes C e D não tinham informação. E se foi o tempo em que falar em Classes C e D era pensar em produto feio, de má qualidade. E muitas empresas abandonavam este mercado e procuravam mercados mais abonados para poderem criar produtos mais bonitos e bem elaborados. Agora : eles definitivamente “sabem de tudo”! Vai dar gosto criar para eles!
Os criadores das empresas tem que ter a consciência de que seus consumidores vão ter desejos cada vez mais sofisticados, atualizados e principalmente acessíveis. Não podem mais ser subestimados, como sempre foram.
Isto é um desafio para todos nós, criadores, produtores e profissionais de marketing: proporcionar a todos os consumidores o que há de melhor e mais atual! Assim, nossa marca vai colher fidelidade e maior consumo.
As lojas de departamento já descobriram esta fórmula! E as pesquisas N.Marinho indicam : elas já colhem os lucros!
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Tags: c&a, marketing da moda, moda, n.marinho, nmarinho, renner
Brasil: a moda “sem crise”
Por Cristina Marinho

Agora sim! Finalmente podemos dizer que o Brasil passou praticamente ileso à crise econômica mundial que começou em 2008 .
Muitos consumidores, mais precisamente 63%, segundo a Revista Veja, nem sentiram no bolso os efeitos que ela poderia causar.

E a moda, então, se superou nesta história toda!
Mesmo alguns números apontando que o vestuário não obteve o crescimento esperado, o que aconteceu foi uma revolução nas idéias e padrões, já há anos estabelecidos no mercado da moda.
A indústria da moda , o varejo e os criadores do setor tiveram na crise a grande oportunidade de se mostrarem mais criativos na escolha dos tecidos , no transformar o ” simples em luxo”, e fazer malabarismos para incentivar o consumo. Para eles a crise só não afetou a originalidade.
E pesquisar o consumidor é ainda mais fundamental. Em tempos de crise, não se pode errar, não é verdade? O tiro precisa ser certeiro.
A pesquisa garante que os investimentos sejam assumidos sem risco. E isto, eu falo com propriedade, pois em 15 anos de pesquisa, presenciei muitas empresas se reerguerem quando descobriram exatamente o que o lojista e o consumidor querem. O consumidor, hoje , de todas as Classes, está disposto a consumir quando percebe que a marca tem dado o melhor de si para garantir a confiança de seus clientes e, acima de tudo, mantê-la.
O resultado de todo este arsenal de ferramentas foi que os consumidores da Classe C (a nossa classe média hoje) seguraram o mercado com o grande consumo e os da Classe A e B se reinventaram prestando mais atenção ao varejo e aos produtos populares. Isto é, ninguém deixou de consumir.

O Brasil está tão bem na foto lá fora que a Dior anunciou que vai voltar a investir no Brasil. E avisa: agora é com força e pra valer!
A marca fez um desfile, dia 19 de agosto em São Paulo após 4 anos sem apresentações de coleção no país.
A Dior resolveu se voltar para cá, porque o Brasil está entre os 10 mercados que mais cresceram para a marca em 2009, nas 200 lojas espalhadas por todo o mundo.

Sem dúvidas, com profissionalismo, pesquisa de mercado e apostas certeiras, só temos a crescer!
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Tags: crise, dior, marketing da moda, moda, nmarinho marketing
TENDÊNCIA – “GERAÇÃO G”
Por Cristina Marinho

Este é um fenômeno social que traz de volta à GENEROSIDADE, ao carinho, ao compartilhamento como forma de aproximação entre as pessoas. Estaremos diante de uma geração mais acostumada com a generosidade e menos com a ganância reinante nos dias de hoje.
Uma geração acostumada a compartilhar tudo, músicas, informações, programas e experiências acabaria realmente se tornando mais generosa.
Isto quer dizer que as empresas precisam se mostrar cada vez menos gananciosas e devem demonstrar que realmente se importam com seu consumidor. Regras rígidas como “Não trocamos”, “Não entregamos”, ” Cobramos cada serviço”, etc serão TOTALMENTE REJEITADAS pela nova geração.
Veja como sua empresa pode se juntar à GERAÇÃO G.
Estas empresas já estão se juntando.



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Tags: consumidor, generosidade, marketing, novageração, Tendência
TENDÊNCIA – “SELLSUMERS”
Por Cristina Marinho

Os SELLSUMERS são os consumidores interessados não somente em gastar ou economizar, mas também em “fazer dinheiro” seja vendendo seus produtos, serviços ou suas próprias idéias.
Esse novo comportamento vai de encontro às mudanças na criação e distribuição de informações com a presença da Internet na vida de TODOS os cidadãos, de TODAS as idades, classes e lugares do mundo.
Esta tendência também é um reflexo dos cenários de recessão na economia mundial.
As pessoas passaram a se acostumar com o universo do Marketing e da comunicação. Estamos ficando experts em negócios e aprendendo sobre as artimanhas da propaganda.
É o “ganhinho extra” cada vez mais presente na vida dos consumidores.
Algumas empresas já ensinam os consumidores a capitalizarem as suas idéias.

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Tags: consumidor, marketing, nmarinho, Tendência, vendas
TENDÊNCIA – “FOREVERISM”
Por Cristina Marinho

A tradução literal desta tendência é “parasemprismo”! É uma tendência que começa a ir contra tudo o que pareça descartável. Todos hoje e sempre podem ser encontrados, se conectar, se comunicar e interagir com qualquer um e qualquer coisa. E todas estas relações ficam registradas em comentários em blogs, recados no Orkut, atualizações no Twitter.
As páginas pessoais destes sites de relacionamento são como uma enciclopédia atualizada das pessoas normais.E isto faz com que as relaçõesnunca se funalizem, se atulaizem sempre.
O Fovereverism é uma procrastinação positiva das coisas. “Nada se finaliza definitivamente, e isto é bom!”
Se antes perdíamos o contato com o amigo do jardim de infância, hoje podemos ter vontade de reencontrá-lo, ver como ele está e nunca mais perdê-lo de vista.
É a eterna PRESENÇA.
O FOREVERISM pode ser utilizado na criação de novos produtos em parceria com o consumidor. A empresa pode explorar esta tolerância do consumidor ao inacabado e contar com ele para a melhoria contínua do produto. Sempre mudando, sempre melhorando.
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Tags: comportamento, consumidor, longevidade, marketing, nmarinho, relacionamento, Tendência
TENDÊNCIA -“MAPMANIA”
Por Cristina Marinho

Esta é uma tendência “emergente”, mas com pretensões de se tornar hábito. Os consumidores fazem suas buscas com mais segurança e a sensação de ver seu destino com um sinalzinho no Google Maps é ótima.
Os aparelhos de GPS passam a ser comuns em celulares ou um excelente presente para o Natal!
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Tags: consumidor, mapmania, Tendência
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