
Por Cristina Marinho
Artigo escrito por Cristina Marinho e publicado na Revista ITT Press, ed. 76 de Dezembro, Janeiro e Fevereiro/10.
Verão, praia, sol e mar…enfim, se tem um setor do vestuário em que o Brasil se destaca em design e modelagem, este setor é o de moda praia. Nossos produtos são diferentes e possuem um “quê” de criatividade que o mundo inteiro reconhece e valoriza. Além do mais, o Brasil é o país que mais fabrica e consome moda praia. Graças aos visionários empreendedores, aliados aos arrojados e competentes estilistas, suas fábricas evoluíram tanto nos últimos anos que passaram a ofertar inúmeras possibilidades ao consumidor, indo desde produtos pré e pós praia, passando pelos inovadores materiais e chegando até a grande revolução dos anos 90 quando finalmente, permitiram às mulheres, a possibilidade de montar livremente, suas próprias combinações com peças avulsas. Ufa, foi o máximo isso!
Ao falarmos de moda praia, devemos lembrar que estamos diante de um produto de pequenas dimensões, considerando a quantidade de material utilizado em sua fabricação, mas grande em sua responsabilidade de acerto no visual de quem usa. Em uma pesquisa realizada pela N. Marinho Marketing com consumidoras de 25 a 35 anos, descobriu-se que o biquíni, por exemplo, é muito revelador. Ele consegue provocar muitas vezes, mais impacto no visual de uma mulher do que um vestido com dez vezes mais material e consequentemente com dez vezes mais de chances de impressionar. Por isso, a mulher aposta muito no papel do biquíni e está disposta a pagar o que for por ele.
Diante de tantas evoluções, fica visível que a moda praia brasileira conseguiu transformar a forma de vender seu produto: o consumidor compra pelo que ele vale e não pelo que custa. Pouquíssimos são os produtos que conseguem tal mérito.
Mas nem tudo é mar sereno. Apesar de tantas mudanças na cadeia produtiva, podemos constatar que o setor brasileiro ainda tenta driblar a suscetibilidade da moda praia à sazonalidade.
Sabemos que os efeitos da sazonalidade acontecem mais por uma questão de hábitos, do que propriamente pela falta de situações de uso. Somos um país tropical, de 8 mil quilômetros de extensão litorânea, mas estamos habituados a comprar moda praia alguns dias antes de chegar o verão. Até botas de couro já são vendidas o ano todo, mas moda praia, só nos meses de verão.
É claro que não podemos generalizar, pois uns sofrem mais, outros sofrem menos com a sazonalidade , mas de um jeito ou de outro, todos deste mercado percebem uma queda de no mínimo 30% das vendas. É por isso que precisamos mudar e sair desta situação de conformismo.
O retrato que nos acostumamos a ver neste mercado, é o das lojas de departamento surgirem com o setor de moda praia somente no verão e desaparecerem no inverno. Isso sem contar as atitudes de lojas especializadas, que por muitos anos, literalmente fechavam suas portas com a chegada do inverno.
A realidade dos dias de hoje nos mostra que não é possível mais se dar ao luxo de perder clientes, nem muito menos perder vendas. Não é mais aceitável simplesmente abandonar estes produtos no estoque da loja e voltar a oferecê-los somente no verão do ano seguinte.
Antenados e na busca de ações inteligentes e criativas, muitos lojistas passaram a adotar estratégias (ver tabela sugestiva) para lidar com a sazonalidade e transformá-la em oportunidade. No verão, a moda praia se vende sozinha e com pouco esforço promocional, pois o consumidor precisa deste produto. Já no inverno, o lojista precisa se empenhar mais, se reinventar. E o bom é que isso tem acontecido! Lojistas começaram a aprofundar seus estudos e percepções em seu público alvo e com isso, passaram a se destacar no mercado.
Soluções criativas
Hoje em dia, a moda praia disponibiliza aos lojistas modelos que não mais se resumem a biquínis, maiôs, cangas, saídas de praia e sungas. “Há um rol de possibilidades que incluem calças, camisões, blusas leves com manga e casaquinhos que compõem uma bela vitrine de praia no inverno”, assim descreveu a lojista da Manga Rosa, de Balneário Camboriú, a praia mais freqüentada em Santa Catarina. Muitas vezes, o consumidor não cogitava o uso do produto nesta situação, mas estando o produto bem exposto e ambientado de forma atrativa, as chances de vendas aumentam. Esta é a primeira grande dica para incentivar o consumo de moda praia no inverno através da vitrine. A mesma estratégia, de um jeito diferente, já é utilizada por uma lojista de Joinville, da loja Empório Loba que expõe biquínis e cangas em datas próximas a feriados no inverno, como é o caso de Corpus Christi, em que muitas de suas clientes viajam para as praias do Nordeste e acabam por lembrar que precisam de uma nova peça para o passeio.
O importante é que o lojista esteja convicto de que a vitrine é o primeiro passo para desencadear o consumo e estimular a compra por impulso de um item que não se planejava comprar nesta época no ano.

Outra grande dica para o lojista que vende marcas de biquínis de preço mais alto é a de proporcionar às suas consumidoras, adquirir estas marcas tão desejadas e de alto valor, no inverno por preços com bons descontos. Uma das lojistas entrevistadas lembra ainda que muitas clientes viajam para o exterior no inverno, e como lá é verão, acabam por comprar biquínis para elas e também para presentear suas amigas que adoram os biquínis brasileiros. Comenta ainda entusiasmada, que já realizou uma venda de 20 peças para uma cliente que levou os biquínis brasileiros para comercializá-los entre as amigas do exterior. Está aí outra boa idéia para o lojista passar para suas clientes. Aquelas, digamos assim, mais chegadas.
Mas a criatividade não para por aí, outro recurso criativo e de oportunidade, é o lojista abrir um pequeno espaço para exposição e venda de roupa de praia nos hotéis da cidade que possuam piscina. Nem sempre o consumidor vai preparado com um biquíni ou uma sunga na mala e vai adorar saber que pode resolver seu problema ali mesmo no hotel. E além do mais, o hotel pode garantir uma boa imagem de serviço ao seu cliente.
É claro que ainda existe o recurso conhecido por todos nós. Aquele que sem dúvida nenhuma acaba sendo o primeiro a ser pensado por lojistas que driblam a sazonalidade com a venda do fitness ou da lingerie. O importante é o lojista entender que não se deve usar estes produtos em substituição à moda praia e com isso desconsiderar totalmente as possibilidades de ganhos financeiros e de imagem, também na época do inverno.
É fundamental que este lojista tenha a moda praia sempre exposta de forma a estimular o reconhecimento da necessidade de compra e ajudar a mudar hábitos dos clientes. A oferta deve ser feita o ano inteiro. É responsabilidade do lojista, quebrar o tabu de que só se compra biquíni ou sunga no verão.
Isto é, com criatividade e um grande envolvimento com seus clientes, é possível transformar a moda praia em um grande negócio para o ano todo. Boas vendas a todos!

Matéria na Revista

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Este artigo foi publicado na Revista ITT Press, Edição 76, de Outubro, Novembro e Dezembro.
Por Cristina Marinho
“Comprar é feminino”.
Paco Underhill, cientista de compras, quando fez esta afirmação sabia do que estava falando. As mulheres não só adoram comprar, mas exercem esta atividade com o mesmo empenho que administram suas vidas, suas casas e suas famílias. Tudo é muito bem analisado, refletido e cuidadosamente decidido.
Contudo, a mais feminina das compras é a compra de lingerie. Quando compra lingerie, a mulher exercita todos os seus sentidos, aguça todas as suas percepções e reserva o devido tempo para fazer A MELHOR COMPRA.

O lingerie está para as mulheres, assim como os carros estão para os homens: um “brinquedo de adultos”.
Em inúmeras pesquisas realizadas pela N.Marinho Marketing com lojistas e consumidoras sobre o mercado de lingerie grandes descobertas foram feitas neste
misterioso mundo.”Quando compro um lingerie, chego em casa e correndo vou prová-la de novo, ficando horas no espelho me observando. É a melhor parte da compra”, comentou Mariana Lourenço, uma consumidora curitibana que na pesquisa confessou ter mais de 40 cintas-ligas na gaveta e que de vez em quando as prova.
As consumidoras apostam no lingerie todos os seus desejos do que vestir – brilhos, laços, rendas, tules – sem se preocupar se isto está ou não na moda, pois fica sob a roupa e não está sujeito a julgamentos, a não ser do marido ou namorado, que sempre elogia.
Isto é tão verdade, que as vendedoras de lojas de lingerie têm que ensinar os “confusos” homens que chegam às lojas especializadas querendo comprar lingerie para suas mulheres e ficam perdidos no meio de tantos tamanhos, funções, cores, modelos e materiais, todos praticamente desconhecidos por eles. Sem contar, que o ambiente de compra é totalmente feminino, com cheiros, segredos, conversas e tudo o mais que as mulheres adoram.

O processo de compra de lingerie segue os mesmos passos que o de todos os outros produtos, contudo cada passo é preenchido com algumas peculiaridades que todo varejista do assunto deve conhecer para aproveitar quando as mulheres invadem suas lojas atrás de seus “brinquedos preferidos”.

Os passos da compra
O primeiro passo chamado de reconhecimento da necessidade é quando a mulher se sente motivada a ir às compras de lingerie. Para bem dizer, são poucas as situações em que é a necessidade que leva ela a comprar lingerie, os motivos são mais caprichos que necessidades. Nas pesquisas com consumidoras de várias idades e em várias regiões, identificamos que as principais motivações para se comprar lingerie entre as brasileiras são:
- uma roupa nova com decote diferente que pede um novo sutiã
- uma viagem
- um pedido do marido/namorado
- o seu casamento
- um produto irresistível na vitrine
- ou simplesmente uma vontade de se renovar, de sentir bem, bonita.

Todos estes motivos podem ser aproveitados pelo varejista para incentivar o reconhecimento da necessidade. (Veja quadro abaixo.)
Depois de motivada a entrar na loja, a mulher parte para o outro passo chamado de busca de informações onde ela reúne informações através de observações e percepções para então fazer a melhor compra.
E estas observações começam desde o estacionamento da loja, a vitrine, a exposição dos produtos até a análise dos produtos em si. Tudo é “escaneado” por ela minuciosamente: acabamentos, toque do tecido, modelagem, bordados e lacinhos.

Ela depois disso, faz o seu test drive no provador, momento que pode variar entre o prazeroso e o decepcionante. Se os modelos não servem, sua auto-estima começa a murchar. Se os modelos servem, prepare-se! Ela vai querer levar todos, um de cada cor, com ou sem rendas.

Neste momento, a estrutura da loja e atendimento dos vendedores tem o seu maior papel e influência.
O ambiente da loja de lingerie é como um jogo da verdade, um diário recheado de intimidades. As vendedoras têm uma relação muito próxima com as suas clientes e fazem com naturalidade o que é muito comum no universo feminino: a troca de experiências. Uma lojista de Joinville, Santa Catarina me revelou em pesquisa que quando percebe que uma cliente vem à loja para comprar um lingerie e salvar o casamento, ela a chama para a sua sala e ensina algumas táticas de sedução que aprendeu em um curso no exterior. “É incrível como a cliente sai feliz e ainda volta para contar detalhes de como aplicou os ensinamentos e que o marido aprovou”, conta a lojista. Realmente, não é em qualquer tipo de produto em que esta relação cliente-vendedora acontece. Na loja de lingerie, as clientes costumam ter a sua vendedora.
Com as informações, ela começa a avaliação de alternativas, que nada mais é do que relacionar mentalmente os pontos fortes e fracos de cada produto que ela viu e provou antes da decisão de compra.
Nesta hora, ela tira conclusões sobre cada produto, como “este eu posso usar com dois diferentes vestidos que tenho no armário” , ” esta alça decorada cairá bem com aquela regata”, “esta renda é vistosa e não marca”
Pesados os prós e contras, a mulher parte para a decisão que envolve algumas escolhas como:
- comprar ou não
- comprar agora ou mais tarde
- comprar naquela loja ou em outra
- quantos ou quais comprar
- como pagar.
Contudo, quando se fala em mulheres e compra de lingerie, se ela já decidiu a primeira das escolhas (comprar ou não) ela certamente já decidiu todas as outras. A decisão das mulheres pode ser demorada – principalmente na visão dos homens- mas quando ela acontece, é irreversível.
Lojistas de lingerie mais ousados estão aproveitando a presença entusiasmada das mulheres em sua loja e criaram um discreto e divertido “cantinho sex shop”. As clientes aproveitaram imediatamente a idéia, pois não precisam se expor ao constrangimento de entrar em uma loja especializada em sex shop e incluem na sua compra alguns produtos para conhecer e testar: como géis e cremes eróticos. Contudo, é muito importante que toda equipe conheça muito bem cada produto e espontaneamente os explique para as clientes, pois elas ficam constrangidas em perguntar. Mas esta ação aumentou em 20% o ticket médio das lojas que aderiram ao novo departamento.
Voltando para casa, com a sua sacola de compras, ela começa a sensação pós compra que pode variar de um breve remorso a uma vontade louca de chegar em casa e provar tudo novamente.
O breve remorso é comum quando ela tem dúvidas se não gastou muito, se fez a compra certa, ou se o marido pode reclamar. Mas pode ser logo resolvido quando ela recebe um elogio ou mesmo vê na revista o seu modelo vestido por uma global.

Enfim, a compra de lingerie pelas mulheres é onde o varejista mais pode promover a “compra de experiência”. A atmosfera de compra pode ser criada com o aroma, com a vitrine, com a arrumação dos produtos, com as promoções e principalmente com o atendimento.
As mulheres suspiram quando falam do assunto. A loja preparada para recebê-las só tem a lucrar!
Este artigo na Revista ITT Press:

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Tags: consumidor, Elegance, lingerie, loja, marketing, nmarinho, varejo

Por Cristina Marinho
Todo mundo já sabe que no mercado brasileiro, quase ninguém vai ganhar dinheiro sem conviver e fazer negócios com as Classes C e D.
O que ninguém parece saber é que as empresas que estavam acostumadas a considerar estas classes com as A e B mais pobres vão ter que mudar as suas estratégias. Classe C e D não é mais aquela que gostava dos produtos A e B em versão mais simples. Ou então, foi se o tempo que para criar produtos para as Classes C e D era só cortar custos que tudo era facilmente assimilado.
A verdade é: nos últimos 5 anos o poder de consumo destas classes aumentou muito e isto fez aumentar também as suas exigências.
Eu venho percebido isto há tempos e sinalizando para os clientes:

Como isto aconteceu?
Vejo algumas explicações para isto:
1) As mulheres desta classe estão estudando mais que seus pais. Elas estão se transformando em consumidoras mais informadas e portanto mais exigentes.O curso superior completo amplia as perspectivas desta consumidora, que passa a se dar ao luxo de uma melhor qualidade de vida.

2) O consumidor de Classe C e D vai querer tirar o atraso dos tempos de privações das coisas boas da vida. Ele passa a dar tanta importância para a qualidade quanto dava para a quantidade. Sabemos que o consumidor destas classes gosta de fartura, mas nada que comprometa a qualidade apenas para fazer volume.

-
Este consumidor continua querendo a inclusão. E nada é mais inclusório do que usar do bom e do melhor, sem necessidade de justificar que “aquele produto de 2ª linha, apesar de barato ou desconhecido também é de qualidade”. O produto sofisticado, ou de 1ª linha, fala por si só.

-
Se sofisticar em suas escolhas, para este consumidor significa evoluir. Este
consumidor tem pavor de voltar atrás aos tempos difíceis. Ele quer evoluir sempre.


O resultado de toda esta soma de fatores no comportamento do consumidor Classe C e D é: as empresas terão que sofisticar também suas ações, terão que evoluir na qualidade do visual dos produtos, das matérias-primas, dos serviços e da comunicação para este público.
Todos da cadeia serão obrigados a melhorar. Este consumidor exigirá bons e conhecidos produtos, lojas cheirosas e arrumadas, vitrines impactantes, e um atendimento de rei. Ele aprendeu a gostar de tudo isso e achar que mais ninguém do que ele merece.
Posso apostar que se sua empresa oferece produtos de qualidades e preços que variam do menor ao maior, são os de qualidade maior e preços justos que vendem mais, certo? E por muito tempo os mais vendidos eram os mais baratos, certo? E muitas vezes você se perguntou o porque disto. A explicação é que estas mudanças são o reflexo da nova postura do consumidor Classe C e D.
Quem começa a agir
As empresas que se envolvem profundamente com seus consumidores já agem diante deste novo comportamento para aproveitá-lo ao máximo.
Um exemplo, para qualquer empresa seguir, é a Unilever. Depois de 12 pesquisas diferentes com 500 pessoas no Brasil, descobriu mudanças e recriou o xampu Seda. Descobriu que os consumidores passaram a ficar mais exigentes, e tinham como nova aspiração usar xampus melhores e de preferência indicados pelos cabeleireiros.

O desafio era fazer o consumidor Classe C e D perceber como “chique” um produto que era considerado como popular. A Unilever mudou a embalagem, conseguiu a assinatura e aval de grandes hair designers e aumentou o preço para o consumidor perceber um produto melhor.
A ação foi tão bem sucedida que o novo Seda substituirá os antigos em mais de 100 países em que a Unilever atua com o produto.
Então, caro leitor, reflita:
O que fará com que o consumidor perceba o seu produto como mais sofisticado? Como sofisticar seu produto?
Se preferir não arriscar, contrate a N.Marinho para pesquisar profundamente seu consumidor, descobrir a resposta para a pergunta de reflexão e aproveitar este novo comportamento com muitas vendas para o consumido de Classe C e D.
Conte com a gente!
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Tags: classe c e d, comportamento do consumidor, marketing, nmarinho, varejo
Vitrines de Natal!
Para você que foi ao Varejo Total, no dia 24/11, e assistiu à palestra do Nelson Marinho, poderá ver, conforme prometido, lindas idéias de vitrines de Natal.
É só acessar o Blog de Vitrines da N.Marinho. O endereço é:
http://vitrinenmarinho.wordpress.com
Boas idéias para você!
E durante a semana tem mais!
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No Seminário Varejo Total, promovido pelo CEV/CDL, juntamente com a N.Marinho, a palestrante Cristina Marinho apresentou dados atualizados sobre Blumenau. Disponibilizamos os dados para você agora. Aproveite e leia outros artigos sobre Classe C e lojas em nosso blog.



Boa leitura!
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Tags: CDL Blumenau, classe c, classe c e d, consumidor, varejo
Para quem participou da palestra de Cristina Marinho no Café do Varejo, dia 12/11, segue as dicas de como compreender e aproveitar as características do Consumidor de Classe C e D !

Muito Obrigada pela presença!
Nos vemos no Seminário do varejo Total, dia 24/11, no Himmelblau!
Cristina Marinho
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Tags: CDL Blumenau, classe c, classe c e d, consumidor, n.marinho, varejo
Paris e Marketing
Por Cristina Marinho

Philip Kotler que me perdoe (acho que até vai concordar comigo!), mas Paris é tão completa que eu me atrevo a nomeá-la o 5º P de Marketing!
O bom gosto reinando por toda a parte, o capricho nos detalhes, a simplicidade com muito valor, o inexplicável aconchego e principalmente com uma capacidade incrível de fazer tudo isto de forma silenciosa, sem alardes. Aí é que está o grande charme de Paris.
A verdade é que todos os donos de negócio deveriam incluir este “jeito-Paris-de-ser” em seus negócios.
Tudo é feito para que, seja quem for, ao entrar em uma loja, não resista em sair sem um pacotinho.






Sabe o tal VAREJO DE EXPERIÊNCIA?
Em Paris, isto é uma realidade. As lojas são cheirosas, os produtos expostos vistosamente, prateleiras impecavelmente arrumadas e o convite (e o melhor, com permissão!) a tocar em tudo.
Basta você ir à FAUCHON, o templo das sensações para conferir. Lá na FAUCHON tudo lhe surpreende e lhe seduz. Fui tomar um chá, e quando abro o sachê, ele era de tule, e não de papel como aos que estamos acostumados. Até o chá verde ficou saboroso assim…



A simplicidade chique de que lhes falei, eu presenciei na livraria Shakespeare and Company, muito conhecida dos parisienses, mas fora do circuito de turismo tradicional. Apenas os que querem estudar o varejo diferente vão visitá-la.
A livraria é um “caos organizado”. Suas paredes cobertas de livros, suportes empoeirados, livros de cabeça para baixo, lajotas antigas no piso, um cachorro simpático na frente e mais uma fonte dos desejos na frente.
A vontade é ficar o dia todo lá. E para completar a experiência e torná-la memorável na lembrança e na biblioteca de casa, a livraria carimba o livro que você comprou. Um luxo!

Um Varejo Displicente
Enfim em Paris, tudo parece muito natural. Aquilo que nos surpreende e nos tira suspiros, para os parisienses faz parte do dia-a-dia. Por isso, a cada canto, onde você menos espera, você encontra uma loja caprichosa (e estrategicamente) decorada, um café charmosamente decorado, uma graciosa galeria do século passado…



Paris, o outro P de Marketing deve servir de exemplo para todos nós!
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Tags: loja, paris, varejo, vitrina, vitrine, vitrinismo
Por Nelson Marinho
Conquistar o consumidor no ponto de venda tem que ser o objetivo das empresas que
desejam crescer e se tornarem sólidas e lucrativas!
Parte 2 Continuando as dicas:
1- Apresentação Externa:
É ela, a primeira impressão que o consumidor tem da sua loja. Ela provoca um forte impacto na imagem da sua loja.
É através dela que o consumidor sabe se sua loja é sofisticada, popular, conservadora, jovem, decadente ou de sucesso.







Estas fotos mostram algumas Apresentações Externas Plotadas.
Trata-se de uma prática que vem se aperfeiçoando e sendo usada com sucesso por muitas lojas.
A Plotagem aumenta a visibilidade, chama a atenção e pode ser mudada periodicamente.
Vale a pena tentar fazer algo assim na sua loja.
Aguarde, pois continuaremos com outros assuntos.
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Tags: artur ximenes, consumidor, cristina marinho, loja, lojista, marketing, merchandising, nelson marinho, nmarinho, ponto de venda, Trade marketing, varejo, vitrine, vitrinismo
Por Nelson Marinho
Conquistar o consumidor no ponto de venda tem que ser o objetivo das empresas que desejam crescer e se tornarem sólidas e lucrativas!
De 01 a 15 de setembro, eu, Nelson Marinho com minha esposa e sócia na N. Marinho Marketing, a Cristina Marinho, estivemos em Paris, Milão, Veneza e Londres e como sempre fazemos para os nossos clientes, amigos e leitores, trouxemos várias dicas que com certeza ajudarão a melhorar o desempenho de sua empresa ou seu trabalho ou mesmo, seus estudos.




Aproveite e se delicie com tantas informações, pois elas são inteiramente grátis!
Qualquer dúvida, entre no nosso site: WWW.nmarinho.com.br
ou passe um e-mail: nelson@nmarinho.com.br
ou fale direto comigo(Nelson Marinho): (47) 8807-4442.
Parte 1 Nossas dicas começam pela:
1- Apresentação Externa:
É ela, a primeira impressão que o consumidor tem da sua loja. Ela provoca um forte impacto na imagem da sua loja.
É através dela que o consumidor sabe se sua loja é sofisticada, popular, conservadora, jovem, decadente ou de sucesso.








Agora que você viu alguns excelentes exemplos de Apresentações Externas de lojas que causam impacto visual,
convido você a fazer uma análise na Apresentação Externa da sua loja e na dos concorrentes. Vamos lá, mexa-se!
Atravesse a rua e fique em frente a loja. Olhe para a Apresentação Externa e responda:
a)É uma Apresentação Externa impactante?
b)O que sentem as pessoas quando passam e olham para ela?
c)Quais são os pontos negativos e positivos dela?
Peça aos seus funcionários que façam também esta análise.
Analise criteriosamente as respostas deles e tire suas conclusões.
Ligue-me ou passe-me um e-mail relatando o que aconteceu.
Vamos lá, estarei esperando o seu contato.
Aguarde, pois continuaremos com outros assuntos.
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Tags: consumidor, lojas, lojista, marketing, merchandising, nelson marinho, nmarinho, ponto de venda, Trade marketing, varejo, vitrine, vitrinismo
Empresários: preparem-se!
Por Cristina Marinho
Não é a toa que a C&A usa o slogan “Tá na moda, tá na C&A” e agora “Tá na vitrine, ta na C&A”. E a promessa é cumprida. Não só na C&A, como nas outras lojas de departamento como Renner, Pernambucanas e Riachuelo.
Estas lojas estão verdadeiramente sintonizadas
com as tendências de moda que aparecem nas revistas e desfiles. Isto acaba deixando o consumidor das Classes C e D informados sobre o que é atual, só com uma circulada pelo shopping, sem precisar comprar as caras revistas de moda, acessíveis atualmente só para as classes A e B.
Só na última revista Estilo da Editora Abril de agosto, e com uma passeada pela Renner, C&A e Pernambucanas, encontrei 3 nítidos exemplos disto acontecendo.



E por que falei para os empresários se prepararem?
É porque se foi o tempo em que o consumidor das classes C e D não tinham informação. E se foi o tempo em que falar em Classes C e D era pensar em produto feio, de má qualidade. E muitas empresas abandonavam este mercado e procuravam mercados mais abonados para poderem criar produtos mais bonitos e bem elaborados. Agora : eles definitivamente “sabem de tudo”! Vai dar gosto criar para eles!
Os criadores das empresas tem que ter a consciência de que seus consumidores vão ter desejos cada vez mais sofisticados, atualizados e principalmente acessíveis. Não podem mais ser subestimados, como sempre foram.
Isto é um desafio para todos nós, criadores, produtores e profissionais de marketing: proporcionar a todos os consumidores o que há de melhor e mais atual! Assim, nossa marca vai colher fidelidade e maior consumo.
As lojas de departamento já descobriram esta fórmula! E as pesquisas N.Marinho indicam : elas já colhem os lucros!
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Tags: c&a, marketing da moda, moda, n.marinho, nmarinho, renner
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